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quarta-feira, 11 de julho de 2012

* Como a Palmeira *


"Os justos florescerão como a Palmeira, crescerão como o Cedro do Líbano" [Salmos 92:12]


Porque será que o Justo é comparado a Palmeira?? Fui pesquisar e pude compreender o porque o Salmista tão inteligentemente nos comparou a essa árvore tão peculiar. Abaixo eu destaquei pelo menos 5 das principais características da Palmeira.

- A Palmeira não pode ser arrancada facilmente porque tem uma raiz muito profunda. Dizem que a raiz da palmeira desce dentro da terra ate encontrar água. Enquanto outras plantas estão secando, ela tem a capacidade de florescer mesmo no deserto por causa de suas raízes profundas.
- A Palmeira até pode ser cortada, machucada por fora, mas tudo aquilo que ela necessita para sobreviver está por dentro de seus troncos e de suas raízes. Diferente das outras árvores que se cortadas ou feridas por fora, podem morrer.

- A Palmeira é a única árvore que pode se curvar até chegar ao chão, mas ela não se quebra. E o mais sobrenatural, quando ela volta a posição normal, ela volta mais forte. Ela suporta ventos de mais de 150 km por hora, enquanto outras árvores com um vento com menos de 50 km são arrancadas com raiz e tudo.

- O fruto da Palmeira é preservado, pois ele fica em lugares altos, protegidos em segurança onde predadores não alcançam.

- E uma última coisa, a Palmeira não suporta lugares frios, congelantes, ela precisa de calor, para poder florescer e frutificar.



Que Deus possa ajudar cada cristão a ser como a Palmeira!!!! E sejam grandemente abençoados queridos leitores.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Deus, nossa Torre Forte


“Não devemos segurar nas mãos de Deus somente quando nos sentimos desprotegidos. Nossa confiança nEle deve ser plena e constante.” [Keren M.]


Uma cena me chamou a atenção e fez com que eu meditasse nessa confiança que devemos ter em Deus. Estou com minha familia no litoral de São Paulo, e ontem tiramos um tempo para curtir essa maravilha que Deus criou, o mar.
Em um determinado momento enquanto meu esposo e eu conversávamos na areia, nossa filha Esther o chamou para ir com ela brincar na água. Eles caminhavam e eu observava os detalhes dessa caminhada dos dois, pai e filha andando lado a lado, Rock tentou por algumas vezes segurar nas mãos da Esther, mas ela não permitia, queria andar sozinha pois, segundo ela mesma diz, ela é uma mocinha.
O caminho percorrido pelos dois foi de aproximadamente 10 metros, 10 metros em que Esther se sentiu segura o suficiente para andar sozinha um pouco a frente do papai, 10 metros onde ela esteve no controle.
Quando então ela sentiu a água em seus pés, sentiu o medo tomar conta de si, ela se deu conta que se desse um passo a mais sem segurar nas mãos do papai, ela poderia sofrer graves consequências. Esther já tem noção do perigo, ela sabia que se continuasse confiante em si mesma, ela poderia cair e se afogar. Ela viu as grandes ondas se levantarem e se aproximarem dela, e então agarrou com todas as suas forças, nas mãos daquele que estava ali para protegê-la o tempo todo. Ela percebeu que não poderia continuar a caminhada sem a proteção do seu papai e então decidiu voltar e ficar perto dele em um lugar seguro, no caso, a areia.
Isso me fez perceber que agimos exatamente assim com nosso Deus. Nos sentimos fortes e seguros o suficiente para caminharmos sozinhos. Agimos assim todas as vezes que tomamos decisões contrárias a vontade dEle, quando controlamos nossas vidas, quando sabemos que o melhor a fazer e segurar em Suas mãos e mesmo assim continuamos a fazer do nosso jeito. Sabemos pedir mas não sabemos obedecer.
No meio da caminhada geralmente percebemos que não vamos aguentar, o controle foge das mãos e “as ondas das tribulações” se levantam e nos sentimos afogados pelos problemas, pelas dores, pelas amarguras dessas decisões erradas. Percebemos que não podemos caminhar sozinhos, não somos “mocinhos” o suficiente para controlar nossas vidas. E então nos voltamos para Ele, nosso refúgio, nosso porto seguro, nossa torre forte, nosso Deus.
Assim como o Rock fez com a Esther, Deus que é um pai de verdade não abandonará seus filhos quando estes pedem socorro, mas tudo seria muito mais fácil se segurássemos em Suas mãos desde o início da caminhada. Muito sofrimento seria evitado e muitas vitórias seriam conquistadas.